
Alexandre Silveira é arquiteto e artista visual. Atualmente é doutorando no IAU – Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos, pesquisador do Núcleo de Espacialidades Contemporâneas (NEC-IAU-USP) e produtor técnico do espaço cultural Fêmea Fábrica.
Entre suas principais participações, destacam-se: em 2025, a instalação apresentada no Congresso OUTRARTE, na UNICAMP; em 2024, foi premiado no Philosophical Short Film Competition, da Foundation for Philosophical Orientation (EUA); em 2023, recebeu prêmio aquisitivo no 50º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (Santo André) e no 17º Território da Arte de Araraquara. Em 2022, participou da 16ª Mostra de Performance Arte VERBO, na Galeria Vermelho (São Paulo), do Film Festival of Art Club Pavlos Paraschakis (Grécia) e recebeu menção honrosa no Festival de Cinema de Tóquio (Japão).
Em 2021, realizou as exposições individuais “o peso da Terra”, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, e Condição de Chegada, no MACC – Museu de Arte Contemporânea de Campinas. Em 2020, participou do projeto Galpão Liminal, na Bienal de Bangkok, do Simultan Festival Unseen (Romênia) e de exposição coletiva na Galeria Kiosko (Bolívia), além de receber prêmio no 17º Território da Arte de Araraquara.
Realizou residências artísticas no espaço Chão SLZ, em São Luís do Maranhão (2015 e 2019), e no Mosteiro Zen Budista Morro da Vargem, em Ibiraçu (ES), em 2022. Em 2019, realizou sua primeira exposição individual, ”o Peso da Terra”, no Museu da Cidade de Campinas, e participou da Mostra VERBO (Galeria Vermelho) e do SARP – Salão de Artes de Ribeirão Preto.
📸 créditos de imagem: Maria Fernanda