“A poesia do movimento mecânico” de Eduardo Salzane @eduardosalzane , nasce de um antigo desejo do artista: levar ao espectador as sensações possíveis da interação com o movimento. “As obras estáticas carregam o que o universo das esculturas pode proporcionar, ou seja, a materialidade. Nessa exposição, além da materialidade, o observador tem um contato com a obra em movimento, que é gerada por ele mesmo ao acionar uma manivela. É nesse pequeno momento, de apenas alguns segundos, que a experiência acontece”, conta Salzane.
A curadoria tem o olhar atento e questionador da @carolmassinha e vale destacar que, para contemplar também a população de pessoas com deficiência visual, a exposição contou com duas ferramentas de acessibilidade: a audiodescrição e o braile.